Em atividade desde 1997, o Rumos Itaú Cultural é um programa de apoio à produção artística e intelectual sintonizado com a criatividade brasileira. Colabora para o fomento e o desenvolvimento de centenas de obras e de artistas das mais variadas expressões e regiões do país − de músicos e cineastas do Norte a escritores, coreógrafos e artistas plásticos do Sul; de jornalistas e pesquisadores do Nordeste a educadores do Sudeste e do Centro-Oeste.
Dos pífanos de Santo Antônio de Carnaíba, o Bumba Boi de Maracanã, as ladainhas das Cantadeiras do Souza e os cânticos benditos da lavadeira Dona Maria do Horto, do sertão do Cariri, ao rock alternativo do Acre, o rap, o ska e as músicas eletrônica e popular brasileira, além das misturas de ritmos, a quinta edição do Rumos Música traz uma nova radiografia da produção musical brasileira.
Foram 58 selecionados, das 2.222 inscrições recebidas pela comissão julgadora. Uma série de programas especiais - apresentados pela cantora, compositora, instrumentista e produtora musical Natalia Mallo - divulga o resultados desse garimpo.
Conheça aqui as músicas e os artistas selecionados em todo o Brasil, apresentados em 17 programas especiais.
Programa 1
Programa 2
Programa 3
Programa 4
Programa 5
Programa 6
Programa 7
Programa 8
Programa 9
Programa 10
Programa 11
Programa 12
Programa 13
Programa 14
Programa 15
Programa 16
Programa 17
Abaixo, você confere, um a um, os selecionados, suas biografias e a ficha técnica de cada música.
Conheça também os selecionados da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai.
Jongo da Serrinha
Considerado o "pai do samba", o jongo é uma dança de umbigada que foi trazida ao Brasil pelos escravos africanos. Após a abolição da escravatura, em 1888, migrou das senzalas do Vale do Paraíba para o Rio de Janeiro. Um de seus últimos redutos, o Morro da Serrinha, em Madureira, ainda existe graças à atuação de Vovó Maria Joana Rezadeira e de seu filho, o percussionista Darcy Monteiro (1932-2001), que há mais de 40 anos transportaram a dança e a música feitas nos quintais para universidades, palcos e centros culturais. O trabalho de preservação do canto, da dança, dos batuques e dos palmeados do jongo ganhou novo impulso em 2000 com a criação da Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha, que promove shows pelo Brasil e cursos junto à comunidade.
Caxinguelê
(Vovó Maria Joanna)
BR-FIN-08-00013/direto
Voz: Tia Maria do Jongo
Violão: Adriano Furtado
Cavaco: Hamilton de Souza Barros
Coro: Lazir Sinval, Luiza Marmello e alunos da Escola de Jongo
Percussão: Anderson Vilmar, Dilmar José da Silva e Vinícius Bastos
Vapor da Paraíba
(Mestre Fuleiro)
BR-SH8-05-00014/Universal MPG
Voz: Deli Monteiro
Violão: Adriano Furtado
Cavaco: Hamilton de Souza Barros
Coro: Lazir Sinval, Luiza Marmello e alunos da Escola de Jongo
Percussão: Anderson Vilmar, Dilmar José da Silva e Vinícius Bastos
Axial
O grupo paulistano apresenta canções autorais e tradicionais brasileiras, haitianas e africanas por meio da moderna linguagem da música eletrônica e eletroacústica. O canto em português, iorubá e crioulo da tecladista Sandra Ximenes − também integrante do grupo A Barca − une-se aos timbres dos sopros, da guitarra, do baixo e do computador, também considerado pelo grupo um instrumento como qualquer outro. O resultado desse diálogo entre o tradicional e o contemporâneo está em dois discos: Axial (2004) e Senóide (2007).
Filha da Palavra
(Sandra Ximenez/Felipe Julián)
BR-FLJ-07-00003/direto
Voz, teclado e piano: Sandra Ximenez
Baixo, eletrônicos e teclado: Felipe Julián
Saxofones, clarinetes e eletrônicos: Leonardo Muniz Corrêa
Exu
(Domínio público/recolhido na Casa Fanti-Ashanti/MA)
BR-FLJ-07-00010/domínio público
Voz, teclado e piano: Sandra Ximenez
Baixo e eletrônicos: Felipe Julián
Saxofones e clarinetes: Leonardo Muniz Corrêa
Vitor Pirralho e Unidade
Professor de literatura brasileira, Vítor Lucas Dias Barbosa, o Vitor Pirralho, viu no discurso antropofágico do escritor Oswald de Andrade (1890-1954) a chave de seu trabalho musical. Assim, junto com o grupo Unidade, forjou em Maceió (AL) outra via para o rap nacional, deglutindo pop, música eletrônica e outros ritmos, e versando com muita fluidez e clareza sobre o cotidiano das grandes cidades, antropofagia, literatura, história e questões mundiais. Lançou em 2008 seu primeiro disco, Devoração Crítica do Legado Universal.
Wo(r)ld
(Vitor Pirralho/Pedro Ivo Euzébio)
BR-M19-07-00113/direto
Voz: Vitor Pirralho
Guitarra: Dudui
Baixo: André Meira
Programações: Pedro Ivo Euzébio
Dialeto
(Vitor Pirralho/Pedro Ivo Euzébio)
BR-M19-07-00112/direto
Voz: Vitor Pirralho
Guitarras: Dudui e Eduardo Quintella
Baixo: André Meira
Programações: Pedro Ivo Euzébio
Pata de Elefante
Um trio em que os três são instrumentistas, compositores e arranjadores. No cardápio, rock instrumental em que as melodias têm peso decisivo e enérgicas apresentações ao vivo. Criado em 2002 na capital gaúcha por Gustavo Telles (bateria), Daniel Mossmann e Gabriel Guedes, que se alternam na guitarra e no baixo, o grupo tem dois álbuns lançados: Pata de Elefante(2004) e Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha (2007). Além de participar de importantes festivais independentes, o trio já teve músicas incluídas em trilhas de longas-metragens, documentários e programas de TV.
Hey!
(Gabriel Coimbra Guedes)
BR-D6F-07-00003/direto
Guitarra e violão: Gabriel Guedes
Baixo: Daniel Mossmann
Bateria: Gustavo Telles
Participação especial com chocalho e pandeiro: Vicente Guedes
Um Olho no Fósforo, Outro na Fagulha
(Gustavo de Camargo Telles)
BR-D6F-07-00004/direto
Guitarra: Gabriel Guedes
Baixo: Daniel Mossmann
Bateria: Gustavo Telles
Participação especial
Piano: Luciano Leães
Pedal steel: Márcio Petracco
Sax tenor: Rodrigo Siervo
Trompete: Anjinho
Trombone: Júlio Rizzo
Chocalho: Vicente Guedes
Clube do Balanço
O grupo surgiu em 1999 para animar uma festa. Não parou mais. Conduzido pelo guitarrista, compositor e cantor Marco Mattoli, o Clube do Balanço é um dos responsáveis pela renovação e divulgação da música, da estética e da dança samba-rock, estilo criado por Jorge Ben Jor nos anos 1960. Com dois álbuns de carreira − Swing e Samba Rock (2001) e Samba Incrementado(2004) −, o conjunto paulistano interpreta clássicos de veteranos como Luis Vagner, Jorge Ben Jor, Erasmo Carlos, Bebeto e Marku Ribas, e composições autorais, como Aeroporto, de Mattoli.
Muito Incrementado
(Jean Zanoni)
BR-SEP-04-00026/Spin
Violão e guitarra: Marco Mattoli
Bateria: Edu Peixe
Baixo: Gringo Pirrongelli
Piano Wurlitzer: Marcelo Maita
Percussão: Augusto Bocão e Fred Prince
Trombone: Tiquinho
Trompete: Reginaldo 16
Coro Hey: Bocão, Gringo, Ganja, Kika, Tereza Gama e Tiquinho
Voz Muito Incrementado: Cláudio Costa
Participação especial
Metaleira (conjunto de metais): Funk Como Le Gusta:
Sax tenor e flauta: Kito Siqueira
Trompete: Hugo Hori e Marcelo Cotarelli
Aeroporto
(Marco Mattoli)
BR-WHP-01-00015/Spin
Violão e voz: Marco Mattoli
Bateria: Edu Peixe
Baixo: Gringo Pirrongelli
Rhodes e hammond: Marcelo Maita
Congas, timba e repique de mão: Fred Prince
Tamborim: Augusto Bocão
Pandeirola e pandeiro: Luis Carlos de Paula (convidado)
Surdo e cuíca: Barba (convidado)
Trombone: Tiquinho
Trompete: Reginaldo 16
Voz: Max de Castro (convidado)
Alessandro Penezzi
O piracicabano Alessandro Penezzi é um dos violonistas brasileiros que tem mais chamado atenção nos últimos anos. Compositor, multiinstrumentista, arranjador e chorão inveterado, Penezzi se graduou em violão erudito pela Escola de Música de Piracicaba (1997) e em música popular pela Universidade Estadual de Campinas − Unicamp (2005). Formou, com o bandolinista Aleh Ferreira e o violoncelista Júlio Ortiz, o Trio Quintessência, com quem gravou o CD A Quintessência da Música (2002). Pelo grupo Choro Rasgado, lançou o CD Baba de Calango(2005). Foi solista das orquestras Jazz Sinfônica de São Paulo e Filarmônica de São Bernardo do Campo e dividiu o palco com importantes instrumentistas e cantores da música brasileira. Com dois discos solo − Abismos de Rosas (2001) e Alessandro Penezzi(2006) −, gravou em 2007 um CD com a atriz Maria Alice Vergueiro. No repertório, músicas de Bertolt Brecht e Kurt Weill.
Frevaricando
(Alessandro Penezzi)
BR-DYA-06-00003/direto
Violão solo: Alessandro Penezzi
Bandolim: Milton Mori
Pandeiro: Douglas Alonso
Baixo elétrico e guitarra: Arismar do Espírito Santo
Arranjo: Coletivo
Be-a-Baden
(Alessandro Penezzi)
BR-DYA-06-00012/direto
Violão: Alessandro Penezzi
Cátia de França
É a literatura que inspira Cátia de França. Com música correndo nas veias desde menina, quando aprendeu a tocar piano, violão, sanfona, flauta e percussão, a paraibana de João Pessoa reconheceu que a parceria entre suas duas paixões seria sua melhor forma de expressão. Começou a compor com o poeta Diógenes Brayner, participou de festivais de música popular nos anos 1960, viajou para a Europa, gravou um compacto duplo em 1970, radicou-se no Rio de Janeiro, mas somente em 1979 chegou ao seu primeiro disco, Vinte Palavras Girando ao Redor do Sol, com músicas inspiradas em poemas de João Cabral de Melo Neto. Admirada por Geraldo Azevedo, Elba e Zé Ramalho, Xangai, Sivuca e Chico César, Cátia tem uma pequena mas importante carreira discográfica. Destaques para Avatar (1996, inspirado em poemas de Manoel de Barros e na literatura de José Lins do Rego) e Hóspede da Natureza(2007).
Antoninha me Leva
(Cátia de França/Manuel de Barros)
BR-UME-08-00075/direto/Guitarra Brasileira
Arranjos, violão base e voz: Cátia de França
Triângulo: Chiquito
Participação especial (Voz): Xangai
Ponta dos Seixas
(Cátia de França)
BR-UME-08-00081/EMI
Voz: Cátia de França
Arranjos: Sérgio Galo
Violinos: Ronedilk Dantas e Yerko Pinto
Viola: Samuel Espinoza
Violoncelo: Nelson Campos
Contrabaixo acústico: Xisto Medeiros
Participação especial: Quinteto de Cordas da Paraíba
Conversa Ribeira
Criado em 2002 por três músicos diplomados pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Conversa Ribeira é uma nova janela para a música de inspiração caipira. A voz de Andrea dos Guimarães, o piano e acordeom de Daniel Muller, e a viola caipira e voz de João Paulo Amaral costuram novas interpretações e arranjos sofisticados tanto para melodias folclóricas e modas de duplas tradicionais, quanto para composições de artistas contemporâneos. O trio lançou em 2008 seu primeiro disco, Conversa Ribeira, um ano depois de ter participado do Projeto Pixinguinha - Funarte, quando excursionou pelo Nordeste com o violonista e compositor Guinga.
Coração de Violeiro
(Alvarenga/Ranchinho)
BR-04C-07-00014/ADDAF
Voz: Andrea dos Guimarães
Piano: Daniel Muller
Viola caipira e voz: João Paulo Amaral
Pingo D´Água
(João Pacífico/Raul Torres)
BR-04C-07-00016/Irmãos Vitale
Voz: Andrea dos Guimarães
Acordeom: Daniel Muller
Viola caipira: João Paulo Amaral
Bumba Boi de Maracanã
Maracanã é uma comunidade centenária da periferia de São Luis, Maranhão. Ali está a sede de uma das mais importantes representações da cultura popular do país, o bumba-meu-boi. O grupo conduzido pelo cantador e compositor Humberto do Maracanã conta com mais de mil integrantes entre rajados, índios, caboclos e personagens, além dos músicos que compõem a orquestra percussiva com pandeirões, maracás, matracas e tambores-onça. O grupo lançou vários CDs e um DVD nos últimos anos.
Banzeiro Grande
(Humberto de Maracanã)
BR-R12-07-00215/direto
Reis na Encantaria
(Humberto de Maracanã)
BR-R12-07-00220/direto
Voz: Humberto de Maracanã
Matracas: Ailton Matos Silva, Alda Maria Santos, Alexander Sousa Ferreira, Aline Rachel F. Silva, Aluisio de Jesus Lima, Antonio Batista de Jesus, Antonio Carlos Pinto, Benedito Gomes, Bernardo Barbosa, Candido Domingos de Jesus, Cleidemir Soares da Cruz, Delbrando Pinheiro Amorim, Edilsom, Emanuel, Edmilson Oliveira, Elias Rodrigues de Sousa, Eliézio Pereira, Elizabeth Fonseca Amorim, Francisco Nunes da Silva, George Walisson C. Martins, Haroldo Ribeiro Junior, Isidora Serrão S. Maia, Jefferson Soares Pereira, Joanice Reis Santos Pereira, João Batista Alves Santos, João Batista Dias, Jorge Henrique Mendes Soares, José da Conceição Pereira, José Figueiredo, José Maria Martins Penha, José Mario Oliveira Pinheiro, José de Nazaré L. Soares, José Ribamar Silva, José de Ribamar S. Santos, José Reinaldo M. Ramos, Julião Azevedo, Luis Carlos P. Pereira, Luiz Carlos Baldez, Maria José B. de Jesus, Maria José Coelho Nascimento, Maria José Mendes Araújo, Magno Adriano Monteiro, Malvino José de A. Maia, Máximo R. Ferreira, Melcie C. dos Santos, Mirian Gomes Silva, Moises Lima Araujo, Murilo Pereira da Silva, Nelson Santos Moraes, Norma Célia Nogueira, Oscar Rodrigues Dias, Osvaldo Silva Mesquita, Raimundo Claudionor Amorim, Raimundo Nonato S. Barros, Raimundo Santos C. Cabral, Sonia Maria Ribeiro, Ubiratan Coutinho de Oliveira, Valdimiro Moraes, Walter Simão Costa, Walter Santos Araujo.
Pandeiros: André Luiz, Antonio Augusto S. P. Filho, Cândido Moraes de Oliveira, Cleonilson Moraes Silva, Edilson Emanuel Ribeiro, José de Ribamar Carvalho Barros, José Q. P. Amorim, Miguel Arcanjo Nina Silvio, José S. Santos, Vinicius Rafael L. Fernandes, Wemerson da Silva.
Onças: Aldeicy dos Santos Oliveira, Antônio da Silva, Hilton Pereira, José Wilames Frazão, Luiz Atanásio S. Silva.
Coro: Ana Flor Carvalho, André Magalhães, Anunciação Menezes, Bartira Menezes, Graça Reis, Helbert Paulo C. de Oliveira (Teteco), Henrique Menezes, Humberto Barbosa Mendes Filho, Jonathan Silva, José Ribamar Mendes (Ribinha), Juçara Marçal, Marcelo Pretto, Renata Amaral, Rosângela Macedo, Samba Sam, Tião Carvalho, Zezé Menezes.
Vanguart
Tudo começou em 2002 num quarto em Cuiabá (MT). Ali Hélio Flanders tocava violão e teclado, cantava e registrava as experiências em seu computador, gerando dois discos domésticos: Ready To... e The Noon Moon. Mas foi somente em 2005, com a companhia de quatro amigos, que os planos e composições solitárias ganharam corpo e circulação. Influenciada pelo folk rock, blues e rock clássico e com um repertório autoral que transita pelo inglês, espanhol e português, a banda se tornou um dos destaques do underground ao utilizar com maestria a equação internet/festivais independentes. O aguardado álbum de estréia, batizado com o nome da banda, chegou em 2007 e confirmou as expectativas. Entre as faixas, Semáforo sucesso lançado em 2006 no segundo EP do grupo.
Semáforo
(Hélio Flanders)
BR-VSN.07.00047/direto
Voz e violão: Hélio Flanders
Baixo e vocal: Reginaldo Lincoln
Guitarra e vocal: David Dafré
Teclado e vocal: Luiz Lazzaroto
Bateria: Douglas Godoy
Cachaça
(Hélio Flanders)
BR-VSN-07-00050/direto
Voz e violão: Hélio Flanders
Baixo: Reginaldo Lincoln
Guitarra: David Dafré
Teclado: Luiz Lazzaroto
Bateria: Douglas Godoy
Rubi
Rubi é intérprete. Na música, na dança e no teatro. Graduado em artes cênicas, deu início a sua carreira de ator em Brasília na década de 1980, mas o canto ganhou novos ares depois de se fixar em São Paulo, em 1992. Sua voz - que vai do barítono ao contralto - dá vida às composições contemporâneas que se alternam entre sambas, maracatus e pop. Dono de uma presença de palco incomum, Rubi tem três discos: Rubi (1998), Infinito Portátil (2005), com canções inéditas de compositores como Gero Camilo e Celso Sim; e Paisagem Humana(2007), em que desfila peças de autores como Marcelo Camelo, Lobão, José Miguel Wisnik, Gasolina, Nelson Gonçalves e Adelino Moreira.
Oração do Anjo
(Ceumar/Mathilda Kóvak)
BR-A22-05-04298/direto
Voz e violão de nylon: Rubi
Violão de aço: Estevan Sinkovitz
Percussão: Luiz Gayotto
Ai
(Kléber Albuquerque e Tata Fernandes)
BR-A22-05-04300/Sete Sois (Sony ATV)/direto
Voz e vocal: Rubi
Guitarra: Estevan Sinkovitz
Participação especial vocal: Kléber Albuquerque
Ana Fridman
Uma música instrumental sorridente, vigorosa e repleta de imagens e movimentos. Assim são as criações de Ana Fridman, pianista, compositora e bailarina graduada em música e dança pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). E foi exatamente essa integração entre som e corpo que fez de Ana uma artista singular. Trabalhou por oito anos com o bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo, já deu aulas dentro e fora do Brasil, e tem um disco de carreira, o CD O Tempo, a Distância e a Contradança (2004), que reúne músicas de sua autoria marcadas por ritmos brasileiros e latinos, além de elementos de música celta.
Cuidado com o Vão entre o Trem e a Plataforma
(Ana Fridman)
BR-EET-04-00055/BrazilBizz
Piano e voz: Ana Fridman
Saxofones: Mário Chechetto
Vibrafone: Edson Gianesella
Baixo: Gilberto Assis
Tambor
(Ana Fridman)
BR-EET-04-00047/BrazilBizz
Piano: Ana Fridman
Bateria e percussão: Sérgio Reze
Wandi Doratiotto
Paulistano da Lapa, Wandi Doratiotto é muitos em um só. Instrumentista, compositor, cantor, ator de comerciais, novelas e filmes, roteirista, escritor e até piloto de avião. Integra o grupo Premeditando o Breque (Premê), uma das referências da vanguarda paulista dos anos 1970 e 1980, e apresenta o programa Bem Brasil, da TV Cultura, desde sua estréia, em 1991. Lançou em 2003 seu primeiro CD solo, Pronto!, que reúne 14 músicas inéditas e bem-humoradas entre samba, funk, blues, rock e toada.
Fio da Navalha
(Wandi Doratiotto)
BR-WWP-03-00001/direto
Voz e cavaquinho: Wandi Doratiotto
Guitarra: Mário Manga
Baixo: Sizão Machado
Bateria e percussão: Guilherme Kastrup
Dostoiévski
(Wandi Doratiotto)
BR-WWP-03-00007/direto
Voz e banjo: Wandi Doratiotto
Violão 7 cordas: Swami Jr.
Violão tenor: Danilo Moraes
Percussão: Adriano Busko
Quartchêto
Influenciado pelo grupo franco-argentino Gotan Project e pelo conterrâneo Renato Borghetti, o Quartchêto é um dos conjuntos de música instrumental brasileira mais premiados dos últimos anos. Tem sua matéria-prima nos ritmos gaúchos, como a milonga, o chamamé, a chacarera e o vanerão, traduzida pela sonoridade sofisticada, vigorosa e original do combinado percussão-violão-acordeom-trombone. O CD que marcou a estréia discográfica foi lançado em 2005 e batizado com o mesmo nome do grupo.
Pra Onde o Sul nos Carregue
(Luciano Maia)
BR-MRT-04-00048/direto
Mas Tá Bonito
(Hilton Vaccari)
BR-MRT-04-00047/direto
Violão: Hilton Vaccari
Trombone: Julio Rizzo
Acordeom: Luciano Maia
Percussão: Ricardo Arenhaldt
Arranjo: Quartchêto
Eliakin Rufino
Uma das vozes altivas do Norte do país, Eliakin Rufino faz da palavra sua principal arma. Nascido e residente em Boa Vista (RR), é poeta, cantor, compositor, produtor cultural, professor e filósofo. Começou sua carreira artística nos anos 1980, lançando livros de poesia. Tem quatro CDs solo: Amazônia Legal, 1997; Me toca, 1998; Eliakin em Porto Alegre ao Vivo, 2006; e Mestiço, 2008. Neles estão músicas com letras ácidas e bem-humoradas que tratam de assuntos sociais, ambientais, políticos e existenciais. E como mestiço que faz questão de afirmar, contempla sem preconceito vários ritmos, da balada, bolero e blues ao rap, pop e poemas falados.
Ditados Impopulares
(Eliakin Rufino)
BR-SMK-05-00034/direto
Voz: Eliakin Rufino
Baixo e arranjo: Adelbert Carneiro
Teclado e samplers: Edgar Matos
Guitarra: Davi Amorim
Bateria: Dan Costa
Trompete: Daniel Delatuche
Luta e Prazer
(Eliakin Rufino)
BR- LH2-08-00363/direto
Voz: Eliakin Rufino
Baixo e guitarra: Ben Charles
Programação e bases: Bebeco Souto Maior
Sons do Cerrado
Mapear e divulgar o universo cultural do cerrado brasileiro. Essa é a missão da Cia. Sons do Cerrado, um grupo musical criado em 2001 no Instituto do Trópico Subúmido, da Universidade Católica de Goiás (ITS/UGC). Já lançou 13 CDs com áudios colhidos nas diversas regiões que compõem o cerrado (como Goiás, Tocantins e Mato Grosso do Sul), além de releituras de músicas de domínio público e novas composições. Com direção musical do maestro Jarbas Cavendish, o grupo de instrumentistas e musicistas-pesquisadores participou, em 2007, do Projeto Pixinguinha, excursionando pelo Nordeste com o violonista Yamandu Costa.
Aboio
(Altair Sales Barbosa)
BR-M2F-07-00075/direto
Voz: Alba Franco
Viola: Ney Couteiro
Flauta: Andréa Luisa Teixeira
Flauta em sol: Verônica Aldé
*Boi Maiado: Maria de Lara e Tino
Texto: Larissa Malty
Arranjo: Sons do Cerrado
Suspiro da Moça/Leva Eu
(domínio público)
BR-M2F-07-00072/domínio público
Voz: Alba Franco
Voz: Zeca Baleiro (Participação especial)
Flauta: Andréa Luisa Teixeira
Flautim: Verônica Aldé
Percussão: Heckton Hadzzyy
Tambores: Divino de Dé Preto
Arranjo: Sons do Cerrado e Zeca Baleiro
Móveis Coloniais de Acaju
A banda surgida em Brasília em 1998 define sua música de feijoada búlgara. Não é difícil entender. Conduzido pelo vocal de André Gonzáles e pelo robusto naipe de metais, o grupo de dez integrantes mistura rock, ska, música brasileira e ritmos de outros cantos do mundo, além das letras divertidas e da animada performance de palco. O nome do grupo foi inspirado no conflito na Ilha do Bananal (TO) que uniu índios e portugueses contra ingleses no século XVIII. A banda lançou seu primeiro álbum, Idem, em 2005, após se firmar como uma das sensações dos festivais independentes no Brasil.
Copacabana (Devaneios de um cubano cubista)
(Leonardo Bursztyn)
BR-R32-05-00004/direto
Voz: André Gonzáles
Flauta transversal e voz: Beto Mejía
Gaita cromática: Eduardo Borém
Sax barítono: Esdras Nogueira
Baixo: Fabio Pedroza
Guitarra: Leonardo Bursztyn
Sax tenor: Paulo Rogério
Bateria: Renato Rojas
Trombone: Xande Bursztyn
Violino: Billy Geier (músico convidado)
Menina Moça
(Leonardo Bursztyn e André Gonzáles)
BR-R32-05-00005/direto
Voz: André Gonzáles
Flauta transversal: Beto Mejía
Gaita cromática: Eduardo Borém
Sax barítono: Esdras Nogueira
Sax tenor: Paulo Rogério
Baixo: Fabio Pedroza
Guitarra: Leonardo Bursztyn
Bateria: Renato Rojas
Trombone: Xande Bursztyn
Percussão: Rodrigo Barata (músico convidado)
Rogério Gulin
A formação musical do curitibano Rogério Gulin é o violão clássico, que cursou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap). No entanto, foi a viola caipira que o projetou artisticamente. Começou seus estudos com o novo instrumento em 1986, quando travou contato com o violeiro Roberto Corrêa, de quem foi aluno. Compositor, arranjador, professor e pesquisador de cultura popular, Gulin lançou em 2003 seu primeiro CD solo, Tempestade, que reuniu algumas de suas músicas. Integra os grupos Viola Quebrada, Terra Sonora, Orquestra à Base de Corda e 3 de Paus.
Caminho
(Rogério Gulin)
BR-00W-03-00022/direto
Tempestade
(Rogério Gulin)
BR-00W-03-00018/direto
Viola caipira: Rogério Gulin
Banda de Pífanos Santo Antônio de Carnaíba
"Agora vou apresentar a banda: aquele é meu pai, o meu tio, o filho do meu tio, meu outro tio e eu sou o Jeneci." Simples assim é como o zabumbeiro da Banda de Pífanos Santo Antônio de Carnaíba revela sua formação familiar. A banda foi fundada na zona rural de Carnaíba, uma cidadezinha do interior pernambucano, em 1902, por Firmino Barbosa, tio de José Pedro da Silva, avô de Jeneci, que assumiu a batuta em 1933. E de geração em geração, a banda mantém sua estética − dois pífanos, prato, caixa e zabumba − e o repertório de xotes, forrós e baiões. O quinteto atual, que divide a música com a agricultura, tem dois discos de carreira, ambos produzidos pelo conterrâneo Cacá Malaquias, saxofonista e flautista da Banda Mantiqueira e Jazzco.
Segura Zabumbeiro
(Antonio Pedro Sobrinho)
BR-TAC-07-00010/direto
Lembrança de Caruaru
(Antonio Pedro Sobrinho)
BR-TAC-07-00011/direto
Pifes: Antônio Pedro Sobrinho e Expedito Pedro da Silva
Prato: Luiz Pedro Sobrinho
Caixa: José Carlos da Silva
Zabumba: Judivan Luiz da Silva
Luis Felipe Gama e Ana Luiza
A afinidade artística entre o pianista, arranjador e compositor Luis Felipe Gama e a cantora e compositora Ana Luiza gerou, em 1994, O Vento, um núcleo de criação musical. Ele, que tem o "propósito de construir e viabilizar um trabalho de sonoridade moderna, lírica e cortante", ao mesmo tempo "popular e sem concessões ao mercado", é quem tem definido suas carreiras desde então. Baseado nesta concepção e alternando-se com trabalhos individuais, o duo produziu dois álbuns: Ana Luiza, gravado ao vivo e lançado em 1999, e Linha d?Água (2006). Em ambos, canções autorais e de outros compositores arranjadas por Luis Felipe e tecidas pela voz suave de Ana Luiza.
Faca
(Ana Luiza do Amaral Pinto/Luis Felipe da Gama Pinto)
BR-U4Z-08-00001/direto
Teu Laço
(Ana Luiza do Amaral Pinto/Luis Felipe da Gama Pinto)
BR-U4Z-08-00002/direto
Piano e arranjo: Luis Felipe Gama
Voz: Ana Luiza
Cantadeiras do Souza
À capela, oito mulheres do povoado do Souza, cravado no Vale do Jequitibá (MG), levam, desde 2001, incelenças de chuva, encomendações das almas, benditos, ladainhas e cantigas de roda a outros cantos do país. Formado em 1990, após um trabalho de recuperação das cantigas feito pelo músico e pesquisador Eliezer Teixeira, o grupo se divide entre as apresentações em palcos e as festas religiosas do povoado. Eliezer ocupa o único posto masculino no time, anteriormente de mestre Juvercino, pai de três das cantadoras, que morreu em 2007, ano em que foi lançado o CD Benditos.
Encomendação de Almas
(domínio público)
BR-R12-05-00135/domínio público
Cantigas de Roda
(domínio público)
BR-R12-05-00137/domínio público
Voz solo: Juvercino Gonçalves dos Santos
Voz: Araci dos Santos Ferreira, Djanira Gonçalves Campelo, Erci Vicente de Paula, Marlene Gonçalves de Souza, Marly Maria de Souza, Raimunda Gonçalves Carvalho
Alessandra Leão
Percussionista, compositora e cantora recifense (PE) nascida em 1979, Alessandra Leão começou sua carreira musical em brincadeiras de rua, frevo de bloco, boi de carnaval, cavalo-marinho e afoxé. Profissionalmente, o marco zero foi com o grupo Comadre Fulozinha; desde então trabalhou com Antonio Nóbrega, Siba, Silvério Pessoa e Zé Neguinho do Coco. É uma das idealizadoras do projeto Folia de Santo, que tem como objetivo compor músicas baseadas nas tradições do "catolicismo popular". Lançou seu primeiro disco solo, Brinquedo de Tambor, em 2006.
Não Dê Desgosto
(Alessandra Leão/Biu Roque)
BR-TR6- 06-00002/direto
Voz e pandeiro: Alessandra Leão
Voz: Biu Roque
Coro: Cosmo Antônio e Mané Roque
Guitarra (slide) e violão de 7 cordas: Juliano Holanda
Viola dinâmica de 10 cordas e violão (dobro): Caçapa
Ilu (rumpi) e caxixis: Johann Brehmer
Ilu (rum): Bruno Vinezof
Arranjo de cordas: Caçapa
Arranjo de percussão: Alessandra Leão e Caçapa
Arruda e Sossego
(Alessandra Leão/Juliano Holanda/Mavi Pugliese)
BR-TR6- 06-00006/direto
Voz e pandeiro: Alessandra Leão
Guitarra: Juliano Holanda
Viola dinâmica de 10 cordas: Caçapa
Contrabaixo acústico: Areia
Triângulo: Maíra Macedo
Ilu (rumpi) e caxixis: Johann Brehmer
Ilu (rum): Bruno Vinezof
Arranjo de cordas: Caçapa
Arranjo de percussão: Alessandra Leão e Caçapa
Duo Gisbranco
Composto das jovens pianistas cariocas Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco, o Duo GisBranco coloca no palco dois pianos e um repertório carimbado por ritmos brasileiros, latinos e jazzísticos. Um trabalho inovador e festejado que caminha entre o popular e o erudito. Desfilam pelas teclas obras de compositores como Egberto Gismonti (pai de Bianca), Toninho Horta, Leandro Braga, André Mehmari, Moacir Santos e Ernesto Nazareth, além de crias das próprias instrumentistas. Tudo em arranjos escritos para ou por elas. Em 2008, Bianca e Claudia lançaram o disco de estréia, batizado com o nome do duo.
Brejeiro
(Ernesto Nazareth)
BR-L0P-08-00052/domínio público
Pianos: Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco
Arranjo: Duo GisBranco
Sete Anéis
(Egberto Gismonti)
BR-L0P-08-00053/Branquinho (EMI)
Pianos: Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco
Arranjo original: Egberto Gismonti
Adaptação para dois pianos: Duo GisBranco
Alzira E
Atrás da cantora, compositora e instrumentista Alzira E está Alzira Maria Miranda Espíndola, nascida em Campo Grande (MS) e radicada em São Paulo desde 1985. Iniciou sua carreira musical em 1977 com o LP Tetê e o Lírio Selvagem, grupo do qual fez parte com seus irmãos Tetê, Geraldo e Celito Espíndola. Sua estréia solo em disco foi em 1987, com Alzira Espíndola, produzido por Almir Sater. Influenciada pela vanguarda paulista, estabeleceu parceiras profícuas com Itamar Assumpção e Alice Ruiz. No fim de 2005, firmou com o poeta paulistano Arruda um novo casamento artístico, que gerou dezenas de composições. Treze delas chegaram ao sétimo disco de carreira, Alzira E, lançado em 2007.
Kitnet
(Alzira E/Arruda)
BR.LCW.06.00017/Duncan Edições
Voz e violão de aço: Alzira E
Voz: André Abujamra (Participação especial)
Baixo: Pedro Marcondes
Mid percussivo: Luiz Waack
Tecnocólera
(Alzira E/Arruda)
BR.LCW.06.00022/Duncan Edições
Voz: Alzira E
Violão de nylon: Luiz Waack
Baixo: Pedro Marcondes
Sanfona: Adriano Magoo
Fonogramas gentilmente cedidos por Duncan Discos.
Quarteto Radamés Gnattali
Formado por músicos premiados e também integrantes das orquestras Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica e Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (UFF), o Quarteto Radamés Gnattali é um dos mais respeitados quartetos de cordas da atualidade. A história do grupo que difunde a música erudita brasileira começou em 1994, como Quarteto Continental, o mesmo nome do conjunto criado por Radamés em 1949. Em 2006, em virtude do centenário de nascimento do compositor gaúcho, o quarteto resolveu estampar de vez a homenagem. Sobre as estantes, partituras de Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Alberto Nepomuceno, Claudio Santoro, Villani-Côrtes e outros.
Quarteto de Cordas nº 6 (Movimento: Poco Animato)
(Heitor Villa-Lobos)
BR-AUT-08-00042/Addaf
Quatro Quadros de Jan Zach (3º e 4º Movimentos)
(Radamés Gnattali)
BR-SBA-06-00025/direto
Violinos: Carla Rincón e João Carlos Ferreira
Viola: Fernando Thebaldi
Violoncelo: Paulo Santoro
Los Porongas
Foi na capital do Acre, Rio Branco, que o Los Porongas construiu o rock que o projetou no circuito independente nacional. Tudo começou em 2003, quando o vocalista Diogo Soares e o guitarrista João Eduardo apresentaram suas primeiras composições conjuntas no Festival Universitário da Canção, em Rio Branco. Decidiram, então, montar uma banda e convidaram dois roqueiros veteranos: o baterista Jorge Anzol e o baixista e bancário Márcio Magrão. Embaralhando uma porção de influências - de Beatles, Nirvana e Radiohead a Gilberto Gil, Los Hermanos, Chico Science & Nação Zumbi -, o Los Porongas lançou em 2007 seu primeiro disco, homônimo, produzido por Philippe Seabra (Plebe Rude).
Espelho de Narciso
(Diogo Soares/João Eduardo/Márcio Magrão/Jorge Anzol)
BR-M2F-07-00047/direto
Nada Além
(Diogo Soares/João Eduardo/Márcio Magrão/Jorge Anzol)
BR-M2F-07-00049/direto
Voz: Diogo Soares
Guitarra: João Eduardo
Baixo: Márcio Magrão
Bateria: Jorge Anzol
Coletivo Universal
Idealizado em 2002 na capital mineira pelo jornalista, compositor, DJ e produtor Wagner Merije, o Coletivo Universal é um projeto que convida amigos e parceiros de diversas áreas artísticas para festejar a cultura brasileira por meio da música. Seu primeiro disco chegou ao mundo em 2004, e contou com a participação de mais de 15 músicos, como o cantor e compositor Marku Ribas. O álbum apresentou 11 músicas inéditas nos ritmos samba, rap, funk, drum'n'bass, jazz, choro, tango, maracatu e em trilhas de cinema. O Coletivo tem músicas espalhadas em coletâneas nacionais e internacionais.
Chao & Pigalle
(Wagner Merije/Daniel Saavedra)
BR-WRA-07-00001/Mais Brasil
Voz: Julia Ribas (convidada) e Wagner Merije
Programações: Daniel Saavedra e Wagner Merije
Guitarra: Daniel Saavedra
Arranjo: Daniel Saavedra e Wagner Merije
Liga Lize (Para refletir sobre a verdade)
(Wagner Merije/Daniel Saavedra)
BR-IBM-06-00053/Mais Brasil
Voz: Wagner Merije e convidados: Julia Ribas, Juliano Mourão e Marku Ribas
Programações: Daniel Saavedra e Wagner Merije
Guitarra: Daniel Saavedra
Arranjo: Daniel Saavedra e Wagner Merije
Wado
A combinação certeira de letras inteligentes, melodias pop, interpretação e arranjos modernos fez de Oswaldo Schlickmann Filho, o Wado, uma das pontas-de-lança da música brasileira contemporânea. Depois de integrar a banda Santo Samba, Wado investiu em sua carreira solo e nos quatro anos seguintes confeccionou três elogiados álbuns: O Manifesto da Arte Periférica (2001), Cinema Auditivo(2002) e A Farsa do Samba Nublado (2004), este já com o grupo Realismo Fantástico, por ele criado. Depois de passar mais de dois anos no Rio de Janeiro e em São Paulo, Wado migra para Maceió (AL) onde lança, com um novo grupo, o CD Terceiro Mundo Festivo(2008).
Reforma Agrária do Ar
(Wado/Adriano Siri/Pedro Ivo Euzébio)
BR-TRB-07-00238/direto
Voz e guitarra: Wado
Teclado: Dinho Zampier
Programações: Pedro Ivo Euzébio
Baixo: Bruno Rodrigues
Bateria: Rodrigo Peixe
Pendurado
(Wado/Marcelo Frota)
BR-TRB-07-00234/direto/Dubas
Voz e guitarra: Wado
Teclado: Dinho Zampier
Programações: Pedro Ivo Euzébio
Baixo: Bruno Rodrigues
Bateria: Rodrigo Peixe
Participação especial
Voz: Cris Braun e Jan Aline
Violoncelo: Miran Abs
Monte Pascoal - Quarteto de Saxofones & Percussão
Quatro saxofonistas e um percussionista dão forma a peças eruditas, composições de autores brasileiros contemporâneos e clássicos da MPB. Mas, no começo, o grupo mineiro não contava com a percussão de Eduardo Campos e tinha outro nome: Minasax. Lançou um disco homônimo em 1997, que se tornou o primeiro CD brasileiro de um quarteto de sax. Conduzido por Dilson Florêncio, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Monte Pascoal faz viagens dentro e fora do Brasil e gravou, em 2007, outro disco, Monte Pascoal, com músicas de autores como Flávio Henrique, Roberto Menescal, Chico Buarque, Claude Debussy, Pixinguinha e Benedito Lacerda.
1x0
(Pixinguinha/Benedito Lacerda)
BR-EE2-06-00080/Irmãos Vitale
Cais
(Milton Nascimento/Fernando Brant)
BR-EE2-06-00079/Três Pontas (Dubas)/Nascimento (EMI)
Sax soprano: Dílson Florêncio
Sax alto: Flávio Macedo
Sax tenor: Ivan Egídio
Sax barítono: Vinicius Augustus
Bateria, percussão e vibrafone: Eduardo Campos
Arranjos: Renato Goulart
Paula Santoro
Menina, a mineira Paula Santoro espiava pela fresta da porta os saraus que seu avô, médico e violinista, organizava na sala. Envolvida com música desde então, estudou canto, violão e piano, e se profissionalizou com o grupo vocal Nós & Voz. Depois, saltou para o rock progressivo como cantora do Sagrado Coração da Terra, de Marcus Viana, e flertou com o pop ao gravar seu primeiro disco solo em 1996. No entanto, a cantora encontrou sua identidade artística ao mergulhar sua música nos sons do Clube da Esquina e no jazz, no samba, na bossa nova e no MPB. O resultado estampou no CD Paula Santoro(2005), que homenageia seus compositores preferidos, como Moacir Santos, Chico Buarque e Mauro Aguiar.
Não É Céu
(Vitor Ramil)
BR-PUT-05-00006/direto
Voz e efeitos vocais: Paula Santoro
Piano acústico e Fender Rhodes: Rafael Vernet
Baixo eletrônico: Rodolfo Stroeter
Bateria: Nenê
Percussão: Robertinho Silva
Arranjo: Rafael Vernet
Perfume de Cebola
(Filó Machado/Cacaso)
BR-PUT-05-00012/direto/Copyrights
Voz: Paula Santoro
Base: Banda Mantiqueira
Violão, vocais e percussão de boca: Filó Machado
Sax alto: Nailor "Proveta"
Arranjo: Nailor "Proveta"
Matuto Moderno
É como se Tião Carreiro subisse no palco com Jimi Hendrix. A impensável reunião é possível no quintal do Matuto Moderno, grupo paulistano surgido em 1999 que promove o casamento entre ritmos caipiras, como o cururu, a catira, o pagode e a moda de viola com o rock e suas guitarras distorcidas. Com três discos de carreira (Bojo Elétrico, 2000; Festeiro, 2002; e Razão da Raça Rústica, 2005) e transitando por palcos de rock e de música caipira, o quinteto alterna composições próprias e de autores do campo, como Rolando Boldrin, Zé do Rancho e Raul Torres.
No Apito do Mestre
(Marcelo Berzotti)
BR-TRB-07-00012/Tratore
Voz e violão: Alexander Mathias
Viola caipira e cavaco: Ricardo Vignini
Caixas de folia, alfaia, pandeiro, surdo, bombo-leguero: Domingos Jacob
Baixo: Marcelo Berzotti
Bateria: Ricardo Bertti
Velha Praga
(Ricardo Vignini)
BR-TRB-07-00014/Tratore
Voz e guitarra: Alexander Mathias
Viola caipira: Ricardo Vignini
Timbau, gongo, pandeirola, apitos, caxixi e efeitos: Domingos Jacob
Baixo: Marcelo Berzotti
Bateria: Ricardo Bertti
Palmeados e sapateados de catira: Douglas, Edson Fontes
Cravo-da-Terra
Criado em 2000, o Cravo-da-Terra busca no simples e no singelo da música tradicional brasileira inspiração para suas composições e seus arranjos contemporâneos. Com voz, instrumentos de sopro, corda e percussão, o quinteto começou apresentando versões para clássicos da MPB em bares e cafés de Florianópolis, Santa Catarina. Em 2001, selecionou 14 músicas de autores contemporâneos da capital catarinense e apresentou em auditórios, teatros e bares da cidade. Somente a partir de 2002 privilegiou as composições autorais. Tem dois discos de carreira: Cravo-da-Terra(2005) e Infinito Som(2008).
Baiã
(Otávio Rosa)
BR-IEV-07-00002/direto
Flauta transversal: Ive Luna
Contrabaixo acústico: Mateus Costa
Violino: Marcelo Mello
Violão: Otávio Rosa
Triângulo, chimbal, caixa, surdo, pratos, blocks e cowbell com vassourinhas: Rodrigo Paiva
Onde
(Ive Luna)
BR-IEV-07-00010/direto
Voz: Ive Luna
Contrabaixo acústico: Mateus Costa
Viola: Marcelo Mello
Violão: Otávio Rosa
Chocalhos, pratos com vassourinhas e cajón: Rodrigo Paiva
Grupo Fato
A palavra tem um peso fundamental no trabalho do Grupo Fato. Criado em 1994, o sexteto curitibano prima pela originalidade desde a escolha das letras até os arranjos que valorizam a palavra na música. Alimenta-se de obras de poetas e compositores independentes, a maioria paranaense, que ganham versões musicais que não têm pudor de somar estilos, ritmos e texturas diferentes, sejam regionais ou universais. Prova disso é a incorporação do fandango paranaense, percussão feita com os pés calçados em tamancos de madeira, ao som do grupo. Tem cinco discos lançados: Fato (1995), Fogo Mordido (1997), Oquelatá Quelateje (2000), Oquelatá Vivo (2002) e Musicaprageada (2006).
Tamanco
(Ulisses Galetto)
BR-00Q-06-00013/direto
Voz, pandeiro e tamancos: Alexandre Nero
Guitarra e tamancos: Gilson Fukushima
Teclado e tamancos: Grace Torres
Tamancalha, triângulo e tamancos: Priscila Graciano
Baixo e tamancos: Ulisses Galetto
Bateria, agogô e tamancos: Zé Loureiro Neto
Participação especial
Alfaias e chaleira: Val Ofílio
Calota e zoeira: Sidon
Zabumba, surdo e zoeira: C.A.
Caixa e zoeira: Celso Alvin
Arranjo: Grupo Fato
Samba Danado
(Marcelo Sandmann)
BR-00Q-06-00011/direto
Voz e cavaquinho: Alexandre Nero
Guitarra e coro: Gilson Fukushima
Voz, surdo e coro: Grace Torres
Bateria, surdo e coro: Priscila Graciano
Baixo e coro: Ulisses Galetto
Bateria, surdo, panelinhas e coro: Zé Loureiro Neto
Participação especial
Coro: Ane Torres, Marcelo Sandmann, Michelle Pucci, Miguel Porfírio e Marina de Almeida Prado
Arranjo: Grupo Fato
Soda Acústica
Experimentar. Esse é um dos lemas do Soda Acústica, grupo que surgiu em 2004 na Universidade Federal de Rondônia, em Porto Velho, onde seus integrantes se graduaram em letras. A experimentação do quarteto corre em duas vias: pelas letras irônicas e bem-arquitetadas, que falam do cotidiano da vida moderna e de temas correntes do ser humano; e pelas sonoridades, em que cada instrumento constrói seu discurso, combinando timbres, dinâmicas e melodias. Um casamento de difícil definição no qual a ordem é não cair na monotonia musical.
Se
(Rinaldo dos Santos Silva)
BR-T41-08-00001/direto
Demoegocracia
(Rinaldo dos Santos Silva)
BR-T41-08-00002/direto
Voz e violão: Rinaldo Santos
Voz e Baixo: Anderson Silva
Guitarra: André Torres
Percussão: Bira Lourenço
Efeitos: Chico Corrêa
Seu Luiz Paixão
Seu Luiz Paixão seguiu os passos da família. Descendente de ilustres rabequeiros e nascido no engenho de açúcar Palmeira, em Aliança, Pernambuco, o menino Luiz Alves Ferreira logo abraçou a rabeca, que aperfeiçoou nos cavalos-marinhos de Mestre Batista e nas noites de forró sem fim. A partir dos anos 1990, seu cartaz ultrapassou as fronteiras da zona da mata pernambucana e correu os centros urbanos dentro e fora do Brasil. Em 2001, integrou o grupo da cantora e compositora paulista Renata Rosa, que produziria, em 2005, seu primeiro em disco solo. Com 40 anos de carreira nas costas e compositor do primeiro time, Seu Luiz Paixão moldou com coco de roda, ciranda, forró e cavalo-marinho o CD Pimenta com Pitu, lançado na Europa e no Brasil.
Forró de Cambará (Baião)
(Seu Luiz Paixão)
BR-E3N-05-00020/direto
Rabeca: Seu Luiz Paixão
Cavaco: Pepê
Contrabaixo: Hugo Linns
Caixa: Guga Santos
Triângulo: Ana Freire
Zabumba: Carlos Amarelo
Pimenta com Pitu
(Seu Luiz Paixão)
BR-E3N-05-00026/direto
Rabeca: Seu Luiz Paixão
Triângulo: Sidrak
Pandeiro: Mina
Zabumba: Dó
Idson Ricart
É em sua terra natal, a sertaneja Quixadá, Ceará, que Idson Ricart encontra a matéria-prima de sua música. Suas letras narram e refletem o que seu olhar atento capta do cotidiano. Em um único bornal guarda os sons e as imagens da cidade adotada pela escritora Rachel de Queiroz: a paisagem de monólitos e galhos secos, as lendas e os causos, o murmúrio das pessoas nas ruas e as vozes de personagens, como o vendedor de bolo Zé do Pente, exímio "tocador de pente". Com a parceria com o programador de intervenções eletrônicas, tecladista e arranjador Mário Tadeu, sua poética crítica e discursiva ganhou forma musical e chegou ao seu primeiro CD, Todo Mundo Vai Ouvir. Lançado em 2001, o disco mostra o texto e a voz de Idson Ricart em diversos estilos, como o rap e a embolada.
A Saga do Cabo Júlio Gusmão
(Idson Ricart)
BR-T3M-08-00002/direto
Voz e arranjo: Idson Ricart
Teclado e arranjo: Mario Tadeu
Guitarra: Ricardo Barros
Pente: Zé Raulino
Ascatumbalacobaco
(Idson Ricart)
BR-T3M-08-00007/direto
Voz: Idson Ricart
Programação: Mario Tadeu
Dona Maria do Horto
Lavar roupas, rezar e cantar. Assim Dona Maria do Horto, cearense do Crato, leva a vida há muitos anos. Como romeira, atravessou o Brasil e aprendeu um extenso repertório de músicas relacionadas à tradição oral religiosa. Canta benditos, festeja o Padre Cícero e seus milagres, e, como não é de ferro, arrisca um forró, que também gosta de dançar. Como a música sempre esteve atrelada à religião, Dona Maria do Horto nunca imaginou subir num palco. Tímida, teve de encará-lo pela primeira vez em 2003, quando cantou com a Orquestra de Rabecas Cego Oliveira nos festejos de aniversário de Padre Cícero, em Juazeiro do Norte. Participou, em 2005, das coletâneas Ceará Original Soundtrack I e II. Em 2007, recebeu do Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar, em Fortaleza, o título de mestra da cultura.
Meu Papagaio
(Domínio público)
BR-V2B-08-00002/domínio público
Voz: Dona Maria do Horto
Violão e violoncelo: Francisco di Freitas
Percussão: Amélia Coelho
Percussão: Michel Leocaldino
Ida do Padim Cícero pro Céu
(Domínio público)
BR-V2B-08-00001/domínio público
Voz: Dona Maria do Horto
Violão e violoncelo: Francisco di Freitas
Efeitos: Michel Leocaldino
La Pupuña
Guitarrada, suor e ouriço. Para definir o grupo formado em 2004 por estudantes de música da Universidade do Estado do Pará (Uepa), nada melhor que parodiar o nome de uma série de discos dos anos 1970. Afinal, o som do La Pupunã não é para deixar ninguém ficar parado. Tudo começou graças a um projeto acadêmico que tinha como tema a pesquisa da música dos precursores Aldo Sena, Curica e Mestre Vieira. Depois juntaram às guitarradas rock, merengue, surf music e música cafona. Da estréia nos palcos do Rec Beat, em Recife, aos festivais no Brasil e no mundo, o sexteto de Belém coleciona não somente camisas floridas como célebres fãs (Otto, Los Hermanos, Kassin). Na bagagem, um disco de carreira, All Right Penoso.
La Pupuña
(Luiz Félix)
BR.NFS.06.00138/direto
Guitarra e percussão: Luiz Félix
Guitarra: Diego Muralha
Teclado: Rodolfo Santana
Percussão: Ytanaã Figueiredo
Baixo sintetizado: André Coruja
Sampler de baixo: Marquinho Piska
Bateria: Adriano Souza
O Mestre na Escócia
(Luiz Félix)
BR.NFS.06.00106/direto
Guitarra e percussão: Luiz Félix
Teclado: Rodolfo Santana
Guitarra: Diego Muralha
Percussão: Ytanaã Figueiredo
Baixo: Márcio Góes
Bateria: Adriano Souza
Jussara Silveira
Jussara Silveira não abre mão da canção. Mineira na certidão de nascimento e baiana na vida, cresceu ouvindo música erudita, João Gilberto, Paulinho da Viola, Chet Baker e Billie Holiday. Por alguns anos na década de 1980, foi vocalista da Banda Eva, até subir, em 1989, ao palco do Teatro Castro Alves, em Salvador, como cantora solo. Desde então, levou seu canto cool e repertório de música brasileira tanto às casas de shows do país e do exterior, quanto aos discos que registrou a partir de 1997. Além de ser parceira de palco e estúdio do compositor paulista José Miguel Wisnik, em 2008 Jussara deu voz ao show Viagem de Verão, que dividiu com o violonista Arthur Nestrovski e o pianista André Mehmari. Nele, apresenta versões para canções de Schubert e Schumann, e obras de Dorival Caymmi e Caetano Veloso.
Morena do Mar
(Dorival Caymmi)
BR-MPU-06-00003/direto
Voz: Jussara Silveira
Violão e arranjo: Arthur Nestrovski
À Contraluz
(Paulo Neves)
BR-MPU-06-00006/Trama
Voz: Jussara Silveira
Violão: Arthur Nestrovski
Violão de 12 cordas: Luiz Brasil
Baixo acústico: Jorge Helder
Teclado: Sasha Amback
Percussão: Marcelo Costa
H2P
H2P é um grupo de rap paulistano criado em 2000 que se diferencia pelo discurso. Respeitando a estética do hip hop, o quarteto defende a construção de um mundo mais justo e tolerante por meio de outro olhar, aquele que avista o lado menos sombrio e cruel da realidade. Esse é o hip hop positivo. Filiado a essa narrativa, o trabalho musical do H2P está assentado entre a música brasileira - principalmente a do Nordeste − e a negra norte-americana. Esse rap original e irreverente ganhou seu primeiro registro exclusivo em CD em 2008 (Diversificando os Versos).
Assim a Raça Humana
(Alexandre Simões/André Simões "Ad"/Leandro Cunha "Kustelinha"/Eduardo Ribeiro "Ed Jay")
BR-E0X-07-00012/direto
MCs: Ad e Alexandre Simões
Beatboxer: Kustelinha
DJ: Ed Jay
Nus Versos
(Alexandre Simões/André Simões "Ad"/Leandro Cunha "Kustelinha"/Eduardo Ribeiro "Ed Jay")
BR-E0X-07-00009/direto
MCs: Ad e Alexandre Simões
Beatboxer: Kustelinha
DJ: Ed Jay
Participação especial: Lady K
Duo Priedols Kacelnik
No fim de 2005, o paulistano André Priedols e o carioca Daniel Kacelnik resolveram juntar seus violões para apresentar um trabalho de uma disciplina no curso de música da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A combinação deu tão certo que não pararam mais. Com o desejo de explorar o repertório tradicional para a formação, o duo acumula um prêmio atrás do outro, como as medalhas de ouro conquistadas em 2006 no X Concurso Musicalis e no XVII Concurso de Violão Souza Lima, dois importantes concursos de violão erudito do Brasil. No repertório, obras de Manuel de Falla, Douglas Lora, Radamés Gnatalli, Paulo Bellinati, C. G. Scheidler e outros.
Dança Número 1
(Douglas Lora)
BR-P94-08-00001/direto
Jongo
(Paulo Bellinati)
BR-P94-08-00002/direto
Violões: André Priedols e Daniel Kacelnik
Delcio Carvalho
Nasceu em Campos, Rio de Janeiro, um dos mais importantes compositores do samba carioca pós-1960. Filho de pai saxofonista e compondo desde a infância, Delcio Carvalho soltou sua voz suave em conjuntos de baile e programas de calouro. Em 1968, a cantora Christiane registrou em disco pela primeira vez um samba de sua autoria, Pingo de Felicidade. E a partir de 1970 sua carreira de compositor decolou: integra a ala de compositores da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense, tem sambas gravados por Elizeth Cardoso e firma parceria com Dona Ivone Lara, que lhe rende sucessos como Sonho Meu, Acreditar e Alvorecer. Compositor de muitos parceiros e gravado por meio mundo do samba e da MPB, Delcio lançou seu primeiro disco (Canto de um Povo) apenas em 1980. Em 2007 dá vazão a 36 músicas novas no box set Delcio Carvalho - Inédito e Eterno, que ainda contou com seis regravações.
Nova Era
(Ivone Lara/Delcio Carvalho)
BR-OTC-06-00026/Bedel
Voz: Delcio Carvalho
Violão de 6 e 7 cordas: Rogério Souza
Cavaquinho: Wanderson Martins
Trombone: Roberto Marques
Pandeiro, tamborim e ganzá: Celsinho Silva
Surdo e repique de mão: Pretinho da Serrinha
Arranjo: Rogério Souza
Arma da Paixão
(Delcio Carvalho/Mario Lago Filho)
BR-OTC-06-00032/Bedel/direto
Voz: Delcio Carvalho
Piano: Claúdio Andrade
Violão de 7 cuerdas: Rogério Souza
Flauta: Eduardo Neves
Arranjo: Rogério Souza
Érika Machado
Mineira de Belo Horizonte, a artista plástica Érika Machado não sonhava ser cantora. Muito menos um dos novos nomes do pop nacional. Sua entrada na música veio por meio do CD Baratinho, que integrava uma intervenção urbana e foi gravado em seu quarto. Vendido por camelôs, o disco caseiro deu visibilidade à Érika, que foi "obrigada" a fazer shows e participar de festivais. Em 2005, gravou o CD No Cimento, que foi produzido por John Ulhoa (Pato Fu) e revelou 11 músicas inéditas e autorais, incluindo o sucesso Secador Maçã e Lente. E, no ano seguinte, conquistou o prêmio de Artista Revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).
Perna
(Érika Machado)
BR-ESM-06-00106/Indie
Óculos de Grau
(Érika Machado)
BR-ESM-06-00106/Indie
Voz: Érika Machado
Programações e teclados: John Ulhoa
Baixo, cavaquinho e programações: Daniel Saavedra
Escaleta: Renata Villaça
Zabé da Loca
Com mais de 80 anos de idade, Izabel Marques da Silva, a Zabé da Loca, é considerada a ?rainha do pife?. Nascida em Monteiro, Paraíba, desde pequena se dividia entre tocar pífano e trabalhar na roça, o que a impediu de freqüentar a escola. A vida marcada pelas dificuldades financeiras piorou quando sua casa veio abaixo. Correu para a Serra Tungão, onde morou por 25 anos em uma gruta, também conhecida por loca. Vem daí seu apelido. Pifeira e compositora talentosa, foi descoberta em 2003 por um projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que patrocinou a gravação de seu primeiro CD. Desde então, com seus pifes feitos em canos de PVC, sobe aos palcos do Brasil. Já tocou com Hermeto Pascoal e Carlos Malta, produtor de seu segundo disco de carreira, Bom Todo (2007), que reuniu xotes, cocos, cirandas e baiões.
Fulô do Mamoeiro
(Zabé da Loca)
BR-CUM-05-00012/direto
Madrinha Espera por Eu
(Zabé da Loca)
BR-CUM-05-00010/direto
1º e 2º pífano: Zabé da Loca
1º e 2º pífano: João
1º e 2º pífano: Beiçola
1º e 2º pífano e zabumba: Setenta
Zabumba e Pratos: Livino
Izabel Padovani Trio
Nascida em Campinas, São Paulo, Izabel Padovani cresceu ouvindo cantores da era de ouro do rádio, bossa nova e música brasileira contemporânea. Viu seu nome circular pelo país a partir de 2005, após ter voltado da Áustria, onde viveu e cantou por 10 anos. O motivo do sucesso foi a conquista da oitava edição do Prêmio Visa de Música Brasileira. Com a vitória, intimou dois velhos amigos que também haviam morado em Viena para registrar aquele momento em disco. De um lado, o pianista e arranjador Marcelo Onofri, com quem havia lançado dois CDs. Do outro, o baixista Ronaldo Saggiorato, parceiro do álbum Tons. No centro, arranjos ousados que valorizam o equilíbrio entre a voz e a instrumentação. Assim nasceu o Desassossego (2006), primeiro disco do trio, com releituras de obras de medalhões da MPB, como Paulinho da Viola e Chico Buarque, e de artistas mais novos, como Luis Felipe Gama.
O Belo na Tarde
(Izabel Padovani)
AT-G82-05-05101/direto
Voz: Izabel Padovani
Baixo e arranjo: Ronaldo Saggiorato
Gaita: Bertl Meyer (convidado especial)
Labirinto
(Izabel Padovani/Ronaldo Saggiorato)
AT-G82-05-05103/direto
Voz e arranjo: Izabel Padovani
Baixo e arranjo: Ronaldo Saggiorato
Clarinete: Thomas Kugi (convidado especial)
Porcas Borboletas
É rock, MPB, tropicalismo ou vanguarda? Tem humor, crítica, ironia e performance vocal e de palco. O nome também causa estranheza. Porcas Borboletas. Em vez de uma sinistra combinação genética, trata-se apenas daquela peça de metal munida de duas asinhas que lembra o inseto alado. Mas que costuma lacrar caixões! Tudo isso para explicar a música inventiva do sexteto que surgiu em Uberlândia, Minas Gerais, em 1999 e já passou pelos principais festivais independentes do Brasil. Sete anos depois, cravaram no disco de estréia Um Carinho com os Dentes 16 composições inéditas, incluindo uma parceria com Arnaldo Antunes
Cerveja
(Danislau Também)
BR-MDX-05-00003/direto
Voz: Enzo Banzo e Moita Mattos
Guitarra: Moita Mattos
Violão: Enzo Banzo
Baixo: Rafa Rays
Lata de cerveja: Ricardim
Bateria: Vi Vicious
Participação especial
Teclado: Mauro Motoki
Percussão: Simone Soul
C'Antiga
(Domínio público adaptado por Enzo Banzo/Danislau Também/ Moita Mattos/Ricardim)
BR-MDX-05-00007/domínio público
Voz: Enzo Banzo e Moita Mattos
Guitarra: Moita Mattos
Violão: Enzo Banzo
Baixo: Rafa Rays
Fósforo: Ricardim
Copo: Danislau Também
Participação especial
Cuíca: Simone Soul
Programações, mini-moog, água e baixo acústico: Alfredo Bello
Reisado Encanto das Caraíbas
Caraíbas é um povoado na zona rural de Arcorverde, Pernambuco. Lá, remanescentes da família dos Sabinos − antigos construtores e tocadores de viola −, e da família do falecido Balbino Ferreira Silva − afamados sanfoneiros −, além de pifeiros, cantadores, compositores de tradição popular e tocadores de zabumba, pandeiro e ganzá formam o Reisado Encanto das Caraíbas. Composto também de dançadores e personagens (rei, mestre, contramestre, figuras e moleques), o Reisado atualmente não festeja apenas o Dia de Reis e a chegada do Menino Jesus. Com músicas compostas pelos mais velhos e dança conduzida pelo Mestre Horácio e pelos jovens, o Reisado Encanto das Caraíbas canta temas sociais e políticos das décadas de 1930 e 1940, como a perseguição e a morte de Lampião, o Movimento Integralista em Pernambuco e a Segunda Guerra Mundial.
Olhe o Trocado e Olhe a Trinca
(Paulo Pereira Cruz/Antonio Pereira Cruz)
BR-TR6-08-00001/direto
José Lucena
(Cícero Lourenço de Souza)
BR-TR6-08-00002/direto
Voz: Antonio Pereira Cruz
Cacilda Ferreira Cruz
Cícero Lourenço de Souza
Severina Gomes de Oliveira
Severina Honório Alves
Laura Honório da Silva
Sanfona: Jonas Alexandre dos Santos
Viola: Luiz Pereira Cavalcanti
Triângulo e voz: Manoel Cavalcanti da Silva
Zabumba: Mauricio Rafael da Silva
Pandeiro: Paulo Pereira Cruz
Satanique Samba Trio
Um quinteto de música experimental. O trio de seu nome se deve apenas à sonoridade. Surgido na capital federal em 2002, o grupo é cria do baixista e compositor Munha, músico erudito graduado pela Universidade de Brasília (UnB). Em sua carta de intenções revela que a proposta é incorporar o maior número possível de elementos estéticos indigestos. Influenciado por nomes como Gustav Mahler, Karlheinz Stockhausen e Pierre Henry, além de jazz fusion, bossa nova, rock e música erudita contemporânea, o Satanique Samba Trio tem dois trabalhos gravados: o EP Misantropicalia (2004) e o CD Sangrou (2007).
Comendo Faca
(Munha)
BR-A5P-04-00075/direto
Baixo: Munha
Trompete: Eduardo Santana
Guitarra: RC
Cavaco: Hideki
Bateria e percussão: Lupa
Participação especial: ventuinha de canudo
Arranjos: Satanique Samba Trio
Kit de Amputação Asasulista
(Munha)
BR-A5P-04-00070/direto
Baixo: Munha
Trompete: Marcelo Vargues
Guitarra: RC
Cavaco: Hideki
Bateria e percussão: Lupa
Arranjos: Satanique Samba Trio
Os Cabinha
Rock do início ao fim. Mas tocado por bateria de lata de goiabada, guitarra e contrabaixo de madeira colorida, que ganham sons graças às vozes de seus intérpretes, cinco meninos com idades entre nove e 11 anos. Essa é a bandinha de lata Os Cabinha, da Fundação Casa Grande, uma entidade gerida por crianças e adolescentes de Nova Olinda, cidade do sertão cearense do Cariri. A autonomia garante que os cabinha, como são chamados os meninos no sertão, produzam seus instrumentos, componham e gravem suas músicas. Com um disco de carreira (Os Cabinha, 2008), o quinteto viaja o mundo e divide o palco com Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro e Lobão. Como disse o músico Mauricio Pereira, "O rock eletrificou a guitarra e Os Cabinha deseletrificou o rock". Fácil de entender.
Tio Gordão
(Domínio público)
BR.FKM.08.00009/direto
Noite de Lua
(Domínio público)
BR.FKM.08.00006/domínio público
Vocal e guitarra solo: Rodrigo
Vocal e guitarra base: Iêdo
Vocal e contrabaixo: Arthur
Bateria: René
Percussão: Momo
Adolfo & Paradoxos
No início da década de 1970, o gaúcho Adolfo Almeida Jr. compunha canções com um "violão mal tocado". Sua vida mudaria pouco depois, quando o maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) o dissuadiu de tocar contrabaixo. Bastou afirmar que tinha mão de fagotista. Há 30 anos na Ospa, Adolfo diz que não se sente nem popular nem erudito. Toca com o Arthur de Faria e Seu Conjunto e já participou dos grupos Pikardia e Bosque das Bruxas. Inquieto, o professor de fagote lançou em 2006 Paradoxos Para Todos, disco raro em que questiona a sonoridade estabelecida pelo mercado ao resgistrar improvisações e músicas livres, que são duas de suas marcas.
Agito
(Adolfo Almeida Jr./Teco Cardoso)
BR-PFL-06-00016/direto
Fagote: Adolfo Almeida Jr.
Sax alto: Teco Cardoso
Guitarra e programação eletrônica: Marcelo Corsetti
Jazz
(Adolfo Almeida Jr./Diogo de Haro/Luis Tavares)
BR-PFL-06-00020/direto
Fagote: Adolfo Almeida Jr.
Piano: Diogo de Haro
Percussão: Luis Tavares
Homenagem
Em sua edição 2007/2009, o programa Rumos Música do Itaú Cultural recebeu 2.222 inscrições de músicos de todo o Brasil, em suas duas possibilidades de participação: Rumos Mapeamento e Rumos Homenagem. Neste último, homenageamos três artistas fundamentais para a música brasileira: Itamar Assumpção, Sabotage e Walter Smetak.
Durante o período de inscrições, duas músicas de cada destes artistas ficaram à disposição, para down load no site do Itaú Cultural, dos que optaram em participar do Rumos Homenagem. Os inscritos interagiram, remixaram as obras, criaram arranjos, intervenções e reelaboraram novas obras a partir das matrizes originais disponibilizadas.
As duas músicas de Sabotage disponíveis continham somente a voz do rapper, sem nenhuma base musical ou arranjo; as duas músicas de Itamar Assumpção foram gravadas pelo próprio, com violão e voz e, finalmente, as duas músicas de Walter Smetak foram gravadas integralmente, segundo a composição do próprio Smetak.
Ao final, videoartistas foram convidados para interagir com estas obras musicaishíbridas, produzindo videoclipes inéditos para cada uma das 16 músicas dos 8 artistas selecionados. Estes produtos são disponibilizados, gratuitamente, para emissoras de TV parceiras e pelo site www.itaucultural.org.br.
Sabotage - Mauro Mateus dos Santos (São Paulo SP 1973 - Idem 2003)
Sabotage começa a compor por volta de 1985 e estreia nos concursos de rap organizados pela equipe de bailes Zimbabwe, em São Paulo, no final dos anos 1980. Grava seu primeiro álbum Rap É Compromisso em 2001, pelo selo Cosa Nostra. Participa do filme Invasor, do diretor Beto Brant. Além de atuar, faz a trilha sonora e ajuda a criar as falas do personagem Anísio, um matador de aluguel interpretado pelo músico e ator Paulo Miklos. Atua no filme Carandiru, de Hector Babenco. Em 2002, recebe o Prêmio Hutus, nas categorias Personalidade do hip-hop e Revelação. Entre suas parcerias, destacam-se os rappers Helião, Negra Lee, Sandrão, Black Alien, Rappin'Hood, B Negão, e os DJs e produtores DJ Cia, Zé Gonzáles e Ganja Man.
Walter Smetak - Anton Walter Smetak (Zurique Suíça 1913 - Salvador BA 1984)
Walter Smetak forma-se na Escola Profissional do Conservatório de Zurique e estuda no Mozarteum, em Salzburgo, Áustria, de 1931 a 1934, especializando-se em violoncelo. Inicia sua carreira profissional em conjuntos, orquestras sinfônicas e de câmara e como solista de violoncelo, na Suíça. No Brasil, de 1937 a 1957, trabalha em orquestras de rádio em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, e integra as sinfônicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo. Em 1957, muda-se para Salvador, onde leciona na UFBA e integra as orquestras sinfônicas ligadas à universidade. Faz pesquisa acústica, que resulta na invenção de vários instrumentos, e estuda um novo conceito musical baseado na exploração das tonalidades e formas de suas criações. Grava dois discos: Smetak, em 1974, e o Interregno. Walter Smetak e Conjunto Microtons, em 1980.
Itamar Assumpção - Itamar de Assumpção (Tietê SP 1949 - São Paulo SP 2003)
Itamar Assumpção nasce em Tietê, São Paulo, e aos 13 anos vai morar em Arapongas, Paraná. Autodidata, estreia nos festivais universitários de Londrina, no início dos anos 1970, onde conhece o músico Arrigo Barnabé. Em São Paulo, na década de 1980, é um dos expoentes da chamada "geração" Lira Paulistana. Com a Banda Isca de Polícia, destaca-se no festival da 2ª Feira de Rua da Vila Madalena, em 1980, com a música Nego Dito, e lança o primeiro disco Beleléu, Leléu, Eu, pelo selo Lira Paulistana. A partir de 1992, começa a trabalhar com as Orquídeas do Brasil, banda formada por mulheres, com a qual grava três discos. Em meados dos anos 1990, dedica-se à obra do sambista Ataulfo Alves, com shows e a gravação do disco Pra Sempre Agora: Ataulfo Alves por Itamar Assumpção. Em 1998, lança o CD Pretobrás. Faz parcerias com Arrigo Barnabé, Jards Macalé, Waly Salomão, Paulo Leminski, Alice Ruiz, Alzira Espindola, Luiz Melodia, Na Ozzetti, entre outros. Dos intérpretes de suas composições destacam-se Zélia Duncan, Cássia Eller, Ney Matogrosso e Branca Di Neve. Postumamente, é lançado o disco Isso Vai Dar Repercussão, sua parceria com Naná Vasconcelos.
Indiada Magneto
Indiada Magneto é o projeto autoral de rock e música eletrônica do guitarrista, produtor e compositor mineiro Daniel Saavedra. O nome do projeto ainda batiza seu estúdio, onde produz jingles e trilhas sonoras para cinema, vídeo e exposição, além de artistas e bandas independentes de Belo Horizonte. Apesar de quase 10 anos de história, o Indiada Magneto subiu ao palco apenas em 2008. Por conta disso, Saavedra - também integrante dos grupos Manobra e Proa - convocou um baixista e um baterista, e assumiu as programações eletrônicas e a guitarra para mostrar composições totalmente instrumentais. Lançou o CD Indiada Magneto Apresenta (2008), que reuniu artistas produzidos por ele, como Érika Machado (de quem é guitarrista), Flavião e o Retrofuturismo, Vinícius Garcia e Cecília Silveira.
Pirex Remix
(Itamar Assumpção/Indiada Magneto)
Autor: Itamar Assumpção
Remix (Plataforma Pro-Tools 6 e Reason Mac OS X): Indiada Magneto
Cabeça de Nego/Dama Tereza Remix
(Sabotage/Indiada Magneto)
Autor: Sabotage
Remix (Plataforma Pro-Tools 6 e Reason Mac OS X): Indiada Magneto
Assis Medeiros
O produtor musical, compositor, instrumentista, escritor e jornalista Assis Medeiros nasceu em Recife (PE), cresceu em João Pessoa (PB), morou em São Luís (MA) e há bons anos fincou os pés em Brasília (DF), onde é editor da TV Senado. Fascinado pelas músicas tocadas ao vivo em circos, ouviu, viu e brincou com bumba-meu-boi, caboclinhos e maracatu, sintonizou Luiz Gonzaga, MPB e rock internacional, principalmente Pink Floyd e, desde que começou tocar violão, aos 14 anos, quis compor. Mesclando diversos ritmos sob a textura pop-rock, Assis aborda em suas músicas temas atuais e líricos. Ex-professor da Universidade de Brasília (UnB), também é autor do livro Hackers: entre a Ética e a Criminalização (Visual Books, 2002) e de dois CDs: Pirata (2004) e Burrodecarga (2007).
Esse Cara É Louco!
(Itamar Assumpção/Sabotage/Walter Smetak/Assis Medeiros)
Verdim
(Itamar Assumpção/Sabotage/Walter Smetak/Assis Medeiros)
Intérprete: Itamar Assumpção/Sabotage/Walter Smetak/Assis Medeiros
Música composta, editada, mixada e masterizada por Assis Medeiros com base nos fonogramas dos artistas Itamar Assumpção, Sabotage e Walter Smetak.
PitubaR2
PitubaR2 é o nome artístico de Mateus Rodamilans Bastos. Nascido em Salvador, Bahia, começou na música aos 15 anos, "com um violão emprestado de afinação impossível e revistas com cifras que nunca batiam", como o próprio afirma. Participou de gravações experimentais em estúdios universitários e foi DJ em festas de quarentões. Em 2000, tomou gosto por mixagem ao trabalhar por dois meses como editor para a extinta rádio digital Acauã FM. Cinco anos depois, começou a produzir música. Admirador de Walter Smetak, PitubaR2 morou em Londres e remixou a música Banda Larga, de Gilberto Gil, disponível para download no site do músico tropicalista.
Desesmetak#1
(Walter Smetak/PitubaR2)
Desesmetak#2
(Walter Smetak/PitubaR2)
Samples: Walter Smetak
Remix: PitubaR2
Felipe Radicetti
O sincretismo musical do carioca Felipe Radicetti permite sua crença na música erudita, popular e eletrônica. Organista e compositor de formação clássica − é membro do Royal College of Organists de Londres −, tem uma extensa e premiada lista de trilhas sonoras para cinema, teatro e comerciais. Seu relacionamento com a MPB gerou três álbuns de canções autorais em que instrumentos acústicos se integram a elementos da música eletrônica. Em 2000 lançou o disco Homens Partidos, com a participação de Lô Borges, Claudio Nucci, Geraldo Azevedo e Clara Sandroni; em 2003, Superlisa; e em 2009, SagradoProfano, que compila canções que refletem as tradições e a fé religiosa afro-brasileira.
Para Fazer Boa Música Radiremix
(Itamar Assumpção/Felipe Radicetti)
Pirex Radiremix
(Itamar Assumpção/Felipe Radicetti)
Arranjo, teclado, programação de computador e mixagem: Felipe Radicetti
Rogermoore
Desde 1992, Rogério Moraes Boffa anima as noites de Belo Horizonte, Minas Gerais, sua terra natal. Mas não como Rogério, e sim Rogermoore, DJ e produtor que injeta black music dançante nas pistas. Nos primeiros anos, discotecava soul, funk e hip hop. A partir de 1997, incorporou ao seu cardápio a música eletrônica, principalmente o drum'n'bass e o breakbeat. Como produtor, foi a partir de 2000 que arquitetou sua linguagem musical, que define como uma fusão do breakbeat com funk dos anos 1970 e música brasileira. Em 2003, lançou seu primeiro álbum, Pode Quebrar, com participação de músicos como Marku Ribas, Alexandre Cardoso (Berimbrown) e Décio Ramos (Uakti). Destacam-se em seu currículo apresentações no festival Eletronika 2001 e 2002 (Belo Horizonte), Sonár Brasil 2004 (São Paulo), Nuit Blanche 2005 (Paris) e no Festival Brasil Noar 2007 (Barcelona).
Pirex
(Itamar Assumpção/rogermoore)
Voz e violão: Itamar Assumpção
Programação de bateria eletrônica, sintetizadores, percussão MIDI, guitarra e mixagem: rogermoore
Cabeça de Nego
(Sabotage/rogermoore)
Voz: Sabotage
Programação de bateria eletrônica, sintetizadores, percussão MIDI e mixagem: rogermoore
Gilberto Assis
Nascido em São Paulo, Gilberto Assis é compositor de música contemporânea, baixista, produtor e professor universitário de arranjo e composição. Ao lado do parceiro Tom Zé, com quem compôs Curiosidade, Desafio e Passagem de Som, assinou a trilha original Santagustin (2001) para o Grupo Corpo de Dança. Em 2007, compôs a trilha do espetáculo Khaos, do Balé da Cidade de São Paulo. Ao lado de André Abujamra e Brian Martin, produziu o CD Com Defeito de Fabricação (1998), de Tom Zé. Nos últimos anos, tem produzido os trabalhos de artistas de vários estilos (jazz, MPB e erudito), como os de Ana Fridman, Rita Maria, Tom Zé, Jorge Ervolini, Marcelo Gomes, Coral Libercanto, Mario Checchetto e Alexandre Zamith e Sergio Rossoni Grupo.
Óleo e Água sobre Tela de Smetak
(Walter Smetak/Gilberto Assis)
Conversando com Smetak
(Walter Smetak/Gilberto Assis)
Material sonoro: Samples gravados pelo próprio compositor, síntese sonora e fonograma de Walter Smetak.
IndiviDuo
A palavra deixou de ser paroxítona para se assumir oxítona. A ausência proposital do acento agudo foi para ampliar o significado da palavra: um duo que soa como uma coisa só, mas em que ainda é possível reconhecer a mão de cada um. Assim é o IndiviDuo, projeto de música instrumental que une piano, teclado, guitarra, computadores, música eletrônica e samples. Numa ponta, o guitarrista e arranjador gaúcho Luciano Granja, com uma trajetória vinculada ao pop (Engenheiros do Hawaii e Armandinho) e à eletrônica. Em outra, o pianista também gaúcho Otavio Santos, criador de trilhas sonoras para teatro.
Cabeça de Nego
(Sabotage/Luciano Granja/Otávio Santos)
Para Fazer Boa Música
(Itamar Assumpção/Luciano Granja/Otávio Santos)
Teclados: Otávio Santos
Programações: Luciano Granja
Itamar Vidal
Paulistano, Itamar Vidar é compositor, instrumentista e arranjador. Doutor em Artes pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), venceu o I Concurso Nacional de Composição para Contrabaixo, foi várias vezes premiado no Concurso Nacional Ritmo e Som, e contemplado no Rumos Itaú Cultural Literatura 2005, na categoria audioficção. Clarinetista e claronista, teve suas obras gravadas ou executadas por vários grupos instrumentais, como a Orquestra do Theatro São Pedro, o quarteto de violões Quartenaglia e o quinteto de clarinetas Sujeito a Guincho. Atuou como webmaster, fez ringtones e atualmente trabalha como diretor musical, instrumentista e compositor de trilhas sonoras.
Boa Música
(Itamar Assumpção/Itamar Vidal)
Software sintetizador de voz humana (com manipulação fonética), edição, programação em VST e mixagem: Itamar Vidal
Pirex Não É Fax
(Itamar Assumpção/Itamar Vidal)
Ambientação com sons urbanos de vários países, manipulação GRM, clarone, violão, edição, programação em VST e mixagem: Itamar Vidal
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